sexta-feira, 1 de junho de 2018

Aprenda a jogar RPG

Se você ainda não sabe jogar e quer aprender, não precisa mais ficar esperando o seu irmão ou primo mais velho te ensinar: basta seguir em frente e continuar lendo!  

Cenário e Sistema  
Todo jogo de RPG possui um cenário e um sistema de jogo. O cenário é o universo ou o mundo onde se passa a aventura. Por exemplo, em O Senhor dos Anéis, o cenário é a Terra Média; em Matrix, é um futuro sombrio do nosso planeta; e em O Último Samurai, é o Japão do século XIX, na época da Restauração Meiji.  

A aventura inicial a seguir se passará num cenário especialmente criado para a Primeiros Passos, chamado Aventureiros de Dorten-Zyl (que será mostrado aos poucos, nessa coluna), mas ela pode ser jogada em qualquer outro mundo de fantasia medieval de sua escolha. 

Escolhemos o gênero fantasia medieval, por ser o mais comum em jogos de RPG, mas existem cenários de terror, ficção científica, anime/mangá e muitos outros gêneros.  

Sistema de jogo é o conjunto de regras de uma partida de RPG. Existem em português alguns bons sistemas de RPG, mas para ajudar você, escolhemos um bem simples, chamado RPGQuest. 

Ele é da Daemon Editora (www.daemon.com.br), e é vendido em bancas de jornal, vindo com belas miniaturas de papel. Aqui apresentaremos apenas a parte RPG do RPGQuest (www.daemon.com.br/rpgquest), mas fica a dica desse excelente produto, que é tanto RPG, quanto jogo de tabuleiro.

Material Necessário
Para jogar RPG utilizando o sistema RPGQuest, você precisará de pelo menos dois dados comuns de 6 faces (chamados no RPG de “d6”), que podem ser comprados em qualquer papelaria ou “emprestados” de algum outro jogo. Esses dados ainda poderão ser usados (jogando-se apenas um) para gerarem números de 1 a 3 (resultados 1 ou 2 = 1; resultados 3 ou 4 = 2; e resultados 5 ou 6 = 3), o que é chamado de d3. E também números 1 e 2 (resultados 1, 2 ou 3 = 1; e resultados 4, 5 ou 6 = 2), o que é chamado de d2.  

E também lápis, borracha e folhas de papel.  A representação das capacidades e habilidades de um personagem é descrita numa folha específica que vem nos livros de RPG, chamada de Ficha de Personagem. Para facilitar o seu início, preparamos quatro personagens com suas respectivas fichas de personagem já prontas, junto com uma aventura introdutória, bastando apenas fazer o download – que é gratuito – e imprimir. 
O link para baixar o material está aqui. Para fazer o download é necessário fazer o login no portal REDERPG, o que é super rápido. Com isso você terá acesso a esse e a todos os materiais de download gratuito na REDERPG, além de poder participar do fórum, onde suas dúvidas podem ser rapidamente respondidas.

Princípios do Sistema  
Em uma partida de RPG, todo o desenvolvimento da história é descrito ou interpretado pelo Mestre e pelos jogadores, seja narrando ou fazendo o papel dos personagens. 

Sempre que acontece uma situação em que a descrição ou interpretação não podem resolver (por exemplo, saber se um ataque acertou ou não o seu alvo), ou caso o Mestre solicite, joga-se os dados para resolvê-la.  No sistema RPGQuest, isso é feito jogando-se dois dados de 6 faces (que sempre representaremos como 2d6) e somando-se o resultado dos dados aos bônus relevantes. 

Essas jogadas com os dados são chamadas de testes. Mas que bônus seriam esses usados nos testes? Esses bônus representam as capacidades, habilidades ou os conhecimentos do seu personagem. Tudo isso está anotado na ficha de cada personagem. Para você entender melhor, vamos ver a seguir a ficha de um personagem em RPGQuest.

Ivain, paladino humano  
FR +3
CON +2 
DEX +0 
AGI +2 
INT +0 
WILL +1 
PER +0 
CAR +2  

Ataques: 
Espada Montante (+2) dano: 1d6+4 
Adaga (+2) dano: 1d3+3  

PV: 16 
Dano recebido: ____ 
Defesa: 9 
Deslocamento Básico: 9 m 
Habilidades Especiais: 
Cura pelas Mãos (cura 1d3 PV, 1x/dia)  

Perícias: 
Cura +1 
Escalar +2 
Montaria +2 
Rastreio +2 
Religião +2  

Atributos 
Os atributos são as capacidades inatas de um personagem. Eventualmente é necessário algum teste usando um dos atributos. Neste caso, soma-se o bônus do atributo ao resultado dos dados. São oito atributos (entre parênteses suas abreviaturas):  

Força (FR): Indica o quanto de dano o personagem é capaz de infligir, sua força física.  
Constituição (CON): Indica a vitalidade do personagem, o quanto ele é resistente.  

Destreza (DEX): Indica a acuidade, a mira e precisão do personagem.  
Agilidade (AGI): Indica a capacidade de se desviar, de mover seu próprio corpo.  

Inteligência (INT): Indica a capacidade de aprendizado, o intelecto do personagem.  
Força de Vontade (WILL): Indica a resistência mental, o quanto o personagem é determinado.  

Percepção (PER): Indica a capacidade perceptiva, o quanto os sentidos dele conseguem perceber.  
Carisma (CAR): Indica a capacidade de influenciar outras pessoas do personagem e sua sorte.  

Ataques  
Mostra as armas que o personagem usa, o bônus para atacar que é somado ao resultado da jogada de 2d6 quando se realiza um ataque com elas e o dano que cada arma pode infligir.  

Pontos de Vida  
Abreviados como PV, indica o quanto de dano o personagem é capaz de suportar. 

Dano Recebido  
Nesse espaço o jogador anota o dano que o personagem recebeu dos inimigos.  

Defesa  
Representa o total da Defesa do personagem. Esse é o número que os adversários precisam igualar ou superar ao atacarem o personagem para poder acertá-lo.  

Deslocamento Básico  
Indica o quanto o personagem pode normalmente se movimentar no espaço de tempo equivalente a uma rodada de combate e ainda se defender.  

Habilidades Especiais  
Conforme o nome sugere, habilidades especiais são poderes ou capacidades excepcionais que o personagem possui.  

Perícias  
São os conhecimentos que o personagem possui em diversas áreas. Existem diversas situações de jogo onde um personagem usa uma determinada perícia ao invés de um atributo. Nesses casos, o bônus somado no teste é o da perícia usada.

Jogando os Dados  
As cenas onde acontecem mais testes em uma partida de RPG são as situações de combate.  

Uma cena de combate é dividida em rodadas. Cada rodada consiste em aproximadamente 10 segundos no tempo dos personagens (no tempo real de jogo leva alguns minutos). É o tempo necessário para cada personagem realizar uma ação e se defender ou então correr o dobro de seu Deslocamento Básico e não se defender (a Defesa se torna 7 na rodada em que o personagem apenas corre).  

Uma ação é qualquer coisa que um personagem pode fazer em 10 segundos. Por exemplo: atacar (podendo antes se mover até 3 metros), abrir uma porta ou alçapão, mover até o seu Deslocamento Básico, beber uma poção, fazer uma Magia ou Ritual (que dure uma rodada), levantar-se do chão, etc.  

Uma rodada de combate funciona assim:

1) Ordem de Jogada: 
Os personagens dos jogadores agem primeiro, começando de quem está à esquerda do Mestre. Depois o Mestre, que joga por último, fará na sua vez as ações de todos os monstros e personagens controlados por ele (os PdMs).  

2) Realização da Ação: 
Cada jogador, na sua vez de jogar, realiza a ação de seu personagem. Se for um ataque, ele realiza um teste jogando 2d6 + o bônus de ataque com a arma contra a Defesa do inimigo. Se o total do teste for igual ou maior que a Defesa do inimigo, o ataque acertou e causou dano.  

3) Dano: 
Imediatamente após cada ataque bem sucedido, o jogador verifica o dano que causou no inimigo. Joga-se o dano indicado da arma do personagem e anota-se quanto o inimigo recebeu (cada jogador anota na ficha o dano que seu personagem recebeu e o Mestre anota o dos monstros e PdMs). Após todo mundo agir, se ainda houver inimigos, uma nova rodada de combate será feita, usando-se sempre o mesmo procedimento, até que todos os inimigos sejam neutralizados.  

Além de ações de ataque, um personagem pode precisar fazer alguma outra ação, seja durante uma cena de combate ou no decorrer do jogo. São os testes de perícias ou de atributos. Existem dois tipos de testes: os resistidos e os simples. 

Os testes resistidos são feitos contra outro personagem ou monstro. Por exemplo, uma queda de braço. Cada um joga 2d6 + bônus relevantes (da perícia ou atributo envolvido) e aquele que obtiver o maior total vence a disputa. No caso de empate, o Mestre pode solicitar um novo teste. 

Os teste simples são feitos contra uma certa Dificuldade, que representa o quão difícil é o teste. Também é verificado jogando-se 2d6 + bônus relevante (da perícia ou atributo envolvido). Se o total for igual ou maior que a Dificuldade, o teste terá sido bem sucedido. A seguir cada valor de acordo com a Dificuldade da ação, que é indicada ou definida pelo Mestre:

4 Muito Fácil 
6 Fácil 
8 Normal 
10 Difícil 
12 Muito Difícil  

Por fim, uma última regra: acerto crítico e falha crítica. Sempre que o resultado nos dados de um teste (2d6) for “12”, ocorre um acerto crítico. O personagem será bem sucedido, mesmo se o total for inferior a Defesa ou Dificuldade. Se for um ataque, ele causa ainda 1d3 de pontos de dano extra.  Por outro lado, se o resultado for um “2”, ocorre uma falha crítica, e o personagem falha, mesmo se o total for superior a Defesa ou Dificuldade.  

Morrendo  
Se um personagem tiver seus Pontos de Vida zerados (se receber uma quantidade de dano igual aos seus Pontos de Vida), ele cai inconsciente. Se ele ficar com menos de 0 PV, além de inconsciente, ele continuará sangrando e recebendo 1 de dano por rodada, até chegar a -10 de dano, quando então morrerá.  

Qualquer tipo de cura evitará a morte por sangramento, seja por magia, habilidades especiais como Cura pelas Mãos, ou pelo uso da perícia Cura (Dificuldade 8).  No caso de um personagem receber uma quantidade de dano que iguale ou ultrapasse a -10, ele automaticamente morre.  

Fonte bibliográfica:
https://www.rederpg.com.br/2007/03/03/aprenda-a-jogar-rpg/

O que é RPG?

RPG é a sigla em inglês para role playing game, que pode ser traduzido como jogo de interpretação ou de representação de personagens. 

Ele foi criado em 1974, com o lançamento da primeira edição do mais famoso RPG do mundo, o Dungeons & Dragons, criado por Gary Gygax e Dave Arneson.  

Em um jogo de RPG, os jogadores assumem o papel de personagens fictícios em cenários variados, como se fossem heróis de filmes de aventuras como O Senhor do Anéis, Star Wars, Matrix, Underworld, O Último Samurai, etc. 

Só que, ao contrário de um filme, o final não está definido: ele é desenvolvido no decorrer do jogo, conforme as ações dos personagens, que são decididas pelos jogadores. É como um videogame, mas com muito mais opções para os jogadores escolherem.  

RPG é um jogo coletivo e cooperativo, então você vai precisar chamar um pequeno grupo de amigos, normalmente você e mais quatro, mas podem ser mais ou menos. Se você está aprendendo a jogar, tente não formar um grupo muito grande: você e mais três ou quatro amigos já está de bom tamanho.  

Em uma partida de RPG existe uma função específica feita por um dos jogadores, que é chamada de Mestre do Jogo (ou simplesmente, Mestre) ou Narrador. 

É ele que cria e conduz a história jogada pelo grupo, interpreta os outros personagens que não sejam os dos jogadores (chamados de Personagens do Mestre ou simplesmente de PdMs), joga os dados pelos oponentes durante os combates e decide alguma situação de impasse durante o jogo. 

Ou seja, ele é uma mistura de roteirista, diretor e mediador da partida. A função de Mestre do Jogo não precisa ser sempre exercida pela mesma pessoa, podendo haver um rodízio entre os jogadores.  

Uma aventura de RPG pode durar o tempo de uma sessão de jogo (algumas horas ou mesmo uma tarde inteira) ou mais de uma sessão de jogo. 

Uma série de aventuras de RPG interligadas – jogadas com os mesmos personagens – é chamada de campanha. Diferente de outros jogos, uma campanha de RPG pode durar muito tempo, até alguns anos, dependendo apenas da vontade e disponibilidade do Mestre e dos jogadores de continuar jogando a mesma campanha e com os mesmos personagens.  

Para jogar RPG, os principais ingredientes são a imaginação e a criatividade: as cenas e situações são descritas ou interpretadas pelo Mestre do Jogo, e os jogadores descrevem ou interpretam as ações de seus personagens. 

Além disso, normalmente se usa papel, lápis e dados de formatos variados, que são usados para verificar se algumas ações mais complexas foram bem-sucedidas, como as cenas de combate. 

Para isso, existem livros que trazem regras para situações em que a descrição e a interpretação não possam resolver, e cenários ou mundos de jogo onde as aventuras dos personagens podem ser ambientadas.  

No RPG não existem vencedores ou perdedores: ele é um jogo totalmente cooperativo onde todos se divertem. Além da imaginação e da criatividade, ele estimula o raciocínio, a leitura, o trabalho em grupo, a socialização e conhecimentos variados.  

Hoje o RPG é usado em várias áreas além do entretenimento, como Educação, Ludoterapia e Recursos Humanos. Ele é um dos poucos jogos recomendados pela NASA, justamente por estimular o trabalho em equipe e não a competição.

No entanto, todas as pessoas que praticam as atividades e jogos como o xadrez e o RPG, são pessoas que normalmente são mais aptas a desempenhar funções intelectuais em suas formações futuras.  

Como também o próprio esporte já traz a competitividade, com a devida instrução, dar noções muito claras de cidadania e respeito aos indivíduos. Além da capacidade de resolver problemas e situações problemas com o aumento do raciocínio como foi comentando anteriormente.

Fonte bibliográfica:
https://www.rederpg.com.br/2007/02/03/o-que-e-rpg/
https://www.rederpg.com.br/2017/05/16/o-rpg-como-ferramenta-ludica-jogos-e-interdisciplinaridade-a-favor-da-aprendizagem/

https://newtonrocha.wordpress.com/2016/09/06/dungeon-massacrationrpg-soloboardgame-pbaixar-e-jogar-versao-alpha-podre-dnitrogames-rpg/

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Sequência de Fibonacci

A sequência ou sucessão de Fibonacci, segundo a matemática, é a ordem de números inteiros que parte, geralmente, de 0 e 1 e que cada número subsequente representa a soma dos dois anteriores. Enigmaticamente, essa sequência está presente em diversos fenômenos da natureza.  

Tal ordem foi batizada com o nome do matemático italiano Leonardo de Pisa, popularmente conhecido como Fibonacci (do italiano Filius Bonacci). Foi ele que em 1202, a partir dessa sucessão, descreveu o avanço de uma população de coelhos. A sequencia de Fibonacci é infinita e corresponde a: 0, 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144, 233, 377, 610, 987, 1597, 2584, …

Relações 
Um espiral perfeito é formado a partir da transformação desses números em quadrados e dispostos de forma geométrica. Esse formato também pode ser constatado em vários organismos vivos na natureza.  

A “proporção áurea” é outra relação que pode ser atribuída a sequência de Fibonacci. A mesma é bastante utilizada na arquitetura, na arte e no design, em decorrência do seu conforto proporcionado aos olhos.  

O valor da sucessão de Fibonacci é de 1,618, e ao passo que a sequência avança, mais a divisão entre um número e seu antecessor se torna mais próxima desse termo.

Fórmula 
A sucessão de Fibonacci é representada recursivamente, na matemática, pela seguinte fórmula (considerando o primeiro termo F1 = 1): 
Fn = Fn-1+Fn-2 e valores iniciais correspondentes a: F1 = 1; F2 = 1.  

Com aplicações na análise de mercados financeiros, na teoria de jogos e na ciência da computação, a sequência de Fibonacci é também visualizada em configurações biológicas, a exemplo da forma como são dispostos os galhos das árvores e das folhas em uma haste, no arranjo do cone do abacaxi, da alcachofra, entre outros.

Alguns exemplos naturais 
Girassol 
Seu miolo é preenchido com sementes que são dispostas em um duplo conjunto de espirais. Em geral, são 21 no sentido horário e outras 34 em anti-horário.  

Pinha 
Após o crescimento, as suas sementes formam um duplo espiral com oito no sentido horário e outras 13 em anti-horário.  

Concha do caramujo 
Cada nova parte possui a extensão da soma dos dois antecessores.  

Corpo 
Segundo algumas afirmações, a divisão da altura de uma pessoa (com tamanho médio) pela distância entre o umbigo e a cabeça irá resultar em um número aproximado de 1,618.  

Mãos 
Todos os dedos das nossas mãos (exceto do dedão) possuem articulações cuja relação se dá por meio da razão áurea.

Fonte bibliográfica:
https://www.estudopratico.com.br/sequencia-de-fibonacci-relacoes-formula-e-exemplos/

A razão áurea

Na Matemática, existem alguns números que são especiais e, por isso, recebem um nome  próprio. É o caso do número pi (π), que vale aproximadamente 3,14159... e representa a razão constante existente entre a circunferência de qualquer círculo e seu diâmetro. Dessa forma, em qualquer cálculo que envolva circunferências, a razão π está presente. 

Um aspecto  surpreendente desse número é o fato de que ele possui infinitas casas decimais, sem nenhum padrão aparente de repetição. Por essa razão, π é classificado como um número irracional, isto é, que não pode ser gerado por uma divisão entre inteiros. 

Outro número especial na Matemática, embora menos conhecido, é o fi, representado pela letra grega ϕ. Ele vale aproximadamente 1,618..., e, assim como o π, também é irracional.  O 𝛗 decorre de uma razão muito especial, que pode ser encontrada nas mais diferentes situações, tanto na natureza (no formato de uma concha

na espiral de uma margarida, no crescimento dos galhos de uma árvore) como nas construções humanas e suas artes (o Parthenon  grego, a sede da ONU em Nova Iorque, alguns quadros de Leonardo da Vinci etc.). Por isso, essa razão também foi chamada de razão áurea ou proporção divina.

A palavra “proporção” pode ser entendida de diferentes maneiras. No uso comum, proporção pode significar a relação comparativa entre duas quantidades, como no caso da receita de  um suco concentrado (uma parte de suco para três partes de água). Também pode significar uma relação harmoniosa ou agradável entre diferentes partes. 

Por exemplo, no caso de um  arranjo de flores benfeito ou em uma construção de uma casa. Na Matemática, o termo “proporção” refere-se à igualdade entre duas razões: oito está para seis assim como quatro está  para três. A razão áurea é especial porque mistura, de alguma forma, essas três ocorrências. 

Podemos definir a razão áurea da seguinte maneira: se dividirmos um segmento (a) em duas partes, uma maior (b) e outra menor (a – b), a razão entre o segmento inteiro (a) e a maior parte (b) deve ser igual à razão entre esta maior parte (b) e a menor parte (a – b).
Essa proporção só acontece quando as razões valem, aproximadamente, 1,618, ou seja, o valor de fi.

Fonte bibliográfica:
Material de apoio ao currículo do Estado de São Paulo: Caderno do Professor, Matemática, Ensino Fundamental, 7º Ano. São Paulo: SE, 2017.

sábado, 12 de maio de 2018

Minhocas - Curiosidades

1. Elas gostam de ambientes calmos 
Como já pode ter notado, não vemos minhocas na cidade, pois elas não gostam de ambientes tumultuados e com muito barulho.  

2. Elas gostam de leite com açúcar 
O leite ajuda as minhocas a se procriarem, sendo uma de suas comidas favoritas.  

3. Elas se alimentam de restos orgânicos 
Além do leite, as minhocas gostam de melancia, melão e restos de vegetais diversos que estão na natureza.  

4. Elas ajudam na agricultura 
Por se alimentarem de restos orgânicos, um terreno com muitas minhocas torna-se mais fértil, ajudando na agricultura.  

5. Elas produzem cálcio 
Além de ajudarem na adubação, elas produzem cálcio, que são depositados no solo junto com sua secreção.  

6. Elas podem ter vários corações 
Uma minhoca pode ter até 15 pares de corações, totalizando 30 corações. O número mínimo é de 2 pares para garantir que haja uma boa circulação de sangue por todo o seu organismo.  

7. Elas vivem em locais úmidos 
As minhocas gostam de água, então se não houver umidade, dificilmente haverá uma minhoca na terra.  

8. Elas são mais lentas que as formigas 
Podem se locomover mais rápido do que os caracóis, mas são mais lentas que as formigas.  

9. Elas gostam do escuro 
As minhocas não enxergam e por isso gostam de viver no escuro.  

10. Existem diversas raças de minhocas 
Embora pareçam todas iguais, as minhocas também se dividem em raças, sendo que a mais comum sobrevive em vasos de plantas.

Fonte bibliográfica:
http://www.sampexdesentupidora.com.br/blog/curiosidades/10-curiosidades-sobre-as-minhocas/
https://br.pinterest.com/pin/416934877986330652/?lp=true